A expressão, Pentateuco, vem do grego: Penta; cinco, teuco ou touchos; instrumento, ferramenta.
O termo veio a simbolizar um invólucro para rolos de papiro e depois os próprios rolo, vindo então o sentido de volume, livro. O nome simboliza, desta maneira, os Cinco Livros do Velho Testamento, originado do autor da obra, Moisés, foi chamada pelos Judeus de Pentateuco “ Lei em cinco partes”. A Lei é conhecida como TORAH: o termo hebraico – vem da raiz YARAH: jogar, atirar e significa condução, direção, lei, instrução. Os cinco livros de Moisés são conhecidos, desde épocas imemoriais, como lei ou lei de Moisés. Eles contêm os mandamentos e ordenanças que constituem a base da comunidade hebraica e os Judeus os consideram superiores quaisquer outros. O Pentateuco pode ser classificado como HISTÓRIA, porque os códigos legislativos que nele se encontram estão vitalmente ligados com a história do período mosaico em virtude das conclusões a que chegaram alguns críticos do Antigo Testamento.
É comum ler-se ou ouvir-se falar do HEXATEUCO, para inclusão do livro de Josué, que os mesmos críticos acreditam ser uma necessária conclusão das narrativas históricas encontradas nos cinco livros universalmente atribuídos a Moisés. A nós, tal inclusão se figura de todo contrária à história mesma, porque não acreditamos que tenham, os seis livros, o resultado de um processo histórico, tendo sido penosamente elaborados por escribas, sacerdotes, redatores e tantos outros, através de muitos anos, mas pura e simplesmente os livros que Moisés escreveu ou ditou a seus amanuenses. O livro de Josué pertence a outras épocas e a outro autor e deve ser colocado como parte da literatura do reino.
Exelente Materia
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